segunda-feira, 29 de novembro de 2010

vagamente

Ouço o vento cantar com um embalo entristecido, isso me traz lembranças.
Vejo as folhar caírem, a poeira se erguer, formar um novo ciclo e isso me traz lembranças
Fecho os olhos e sinto meia volta sobre meu próprio eixo
Sinto uma urgência, uma dor, uma alegria, sinto a confusão e isso me impede de lembrar!
Não acho alternativas, nem possibilidades é sim ou é não
Talvez já vire um mistério, ou então algo passageiro, aminesia, consumismo desesperado ou apenas obsessão ...
Já não há mais contexto só lembranças e o canto do vento que de alguma forme me agridem
Só existem lembranças que de um jeito agradável me conforta.
Ainda existe o sorriso da pouca fé insatisfeita que a felicidade novamente um dia virá,
Mais permanece a dor por saber que nunca será!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Estagnei a razão

Cansei das artimanhas e manipulações internas, cansei de ser tão vuneravel ao amor, cansei de ser tão insesivel, arrogante, cansei da mesquinhez, do meu jeito manhoso. Cansei de mim! De ser tão incompetente, prepotente, orgulhosa. Estagnei com meus segredos íntimos, capotei meu coração com meu próprio desespero, pude ensurdecer sozinha com meus próprios gritos de piedade, me auto ceguei pela irá... me mutilei pra ver se a dor escorreria como o meu sangue. Só ganhei mais algumas cicatrizes, só ganhei mais alguns danos irreversiveis ... pelo menos alguma coisa eu pude aprender sobre me odiar. Quando você se afunda nas trevas a única luz que pode te salvar é o que te vez se perder. Aprendi que esperar por resgate é um tanto insuportável. Eu cansei e me afundei no meu próprio eu pra ver se esquecia mais a única coisa que eu esqueci foi de que me destruindo no meio da escuridão, me escondendo, a luz demoraria mais para de resgatar e enfim quando ela chegou meus olhos cegos a espantaram pelos gritos piedosos, logo após ensurdeci não pude ver, ouvir, falar mais, eu já não tinhas mais se quer sentido, eu já não tenho se quer motivo quem me dirá vida ... Eu só podia sentir o coração bater desmotivado quase a falhar. Eu só posso sentir minhas lágrimas e a dor agora.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Fugir

Lançando um olhar enevoado de dor sobre o horizonte azul celestial eis que supri cada músculo de seu pequeno corpo sofredor de esperança. Preparou o coração e travou uma rota perigosa em sua mente, com ousadia e delicadeza alçou o voou único do qual poderia se salvar, só avia uma misera chance de se suceder bem. Bateu asas e seguiu seu horizonte com uma paz incandesceste na pequena grande alma, olhou para traz com total satisfação seu coraçãozinho emanava felicidade numa marcha acelerada de ritmos não pausados, sorriu-te o olhar ao se livrar das grades amedrontadoras. Enfim a liberdade de viver!