quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Fugir

Lançando um olhar enevoado de dor sobre o horizonte azul celestial eis que supri cada músculo de seu pequeno corpo sofredor de esperança. Preparou o coração e travou uma rota perigosa em sua mente, com ousadia e delicadeza alçou o voou único do qual poderia se salvar, só avia uma misera chance de se suceder bem. Bateu asas e seguiu seu horizonte com uma paz incandesceste na pequena grande alma, olhou para traz com total satisfação seu coraçãozinho emanava felicidade numa marcha acelerada de ritmos não pausados, sorriu-te o olhar ao se livrar das grades amedrontadoras. Enfim a liberdade de viver!

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