quarta-feira, 13 de abril de 2011
Estranhamente
Por de trais das minhas pálpebras encurraladas de agonia e penitencia, encharca-se de lágrimas corajosamente e proveniente os tais sorrisos irônicos que da minha face exala sem pudor algum de vergonha. De certo as infames palavras proferidas de repugnância e ódio nada mais são do que violentos apelos de solidificação de algum sentimento perturbador dentro de mim. Voluptuosamente o sofrimento aprimora por todas as minhas entranhas me fazendo sentir os calafrios e desatinos de momentos catastróficos jamais sentidos na minha medíocre vida, tão pouco posso expressar o tamanho da dor presente em meu peito todas as noites em que a contraditória insegurança solenemente impiedosa com graça vinha conceber a mim os seus desprezíveis encantos. Alguma coisa me fez sentir o sangue correr mais forte dentro das minhas veias judiadas pelas circulações envenenadas, naquele momento meu prazer despia qualquer medo que posso resguardar dentro da minha cápsula de silêncio cada qual prazer me fizera soltar um grito que jamais qualquer timbre tentado antes pudera a mim alcançar. Irreversivelmente essa razão irracional sem qualquer sanidade presente conspirou, sugou e despojou tão rapidamente as paredes do labirinto sem fim que me fizeras andar por tempos em círculos. Intenso e complexo é a definição da evazidão e da tortura que dentro de mim em outros meios se possui e encontra-se em falta nessa vida traiçoeira que eu levo. Fitar com horror meus próprios olhos diante a qualquer possa d'água, meu reflexo me da a sensação de imunidade diante dos sentimentos mais límpidos possíveis existentes na terra, desfrutar desse alvoroso já não me permito mais por longo periodo daqui por diante, minha alma flameja destruição, minha boca salivante de desespero pronuncia secas melodias de amor, e meus gestos fazem por em aver um possivel retorno imprevissivel de se tornar uma criatura docil e majestosamente feita para se entregar aos encantos agradaveis dos sentimentos, mantenho os pés no chão e encaro vigorosamente o meu interior, apezar das rasteiras e das demandas do destino eu sei de que modo posso me encaixar, entre soluços e cocegas faço parte do caos. Eu sou o caos, não há se quer uma criatura que ao entrar em contato direto com a minha querida estima de relacionamento pessoal não venha um dia se quer ter sentido uma ponta de maldade surgir. Talvez minha aparencia de alma angelical na verdade só seja uma máscara para esconder a verdadeira face temivel do meu ser. Poderei algum dia, vencer a mim mesma e cortar todo o mau pela raiz.
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