Com o seu jeito sombrio e pavoroso, fez temer o que era puro, cristalino.
Jorrou sem esperança alguma a verdade do silencio sobre minha face,
Não teve piedade foi cruel.
Tirou de mim tudo aquilo que tinha feito renascer-me,
Arrancou aquilo que me transformou e me fez sentir o amor.
E sem compaixão alguma virou as costas para o meu lindo sentimento,
Estraçalhou-me ao dizer adeus...
E sem um arrependimento se quer,
Deixou morrer-me aos poucos na sombra fria que a solidão se fez da tua ausência.

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