segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Solidão da mente
Pude ver o por do sol onde nunca avia visto antes, contemplei esse momento e senti algo se transformar dentro de mim. Trilhei caminhos que pareciam não ter fim, caminhos onde nunca avia estado antes, vi rostos de pessoas normais olhando para mim como se eu fosse uma estranha perdida, e realmente eu sou estranha e realmente eu estava perdida, como poderia saber onde eu estava se ali nunca avia passado? Senti o vento no meu rosto e percebi que estou completamente viva, me submeti a solidão entre os caminhos, e me encontrei, sempre tive medo da solidão mais agora não, senti um conforto enorme de estar sozinha de sentir o silencio do meu ser. Vaguei sem um rumo certo e por certo vim parar novamente em meu lar, me encontro novamente sozinha, gelada e em silencio. Me encontrei internamente em meus medos banais me exaltei entre meu silencio pude ouvir coisas que falei para mim mesma mais nunca pude ouvir senti como se a solidão presente em mim me fizesse um novo ser capaz de viver solitário entre os caminhos sem fim da manhã fria. Venci o medo do inseguro de estar sozinha e morrer sufocada em um canto vitimada do próprio abandono, minha alma gritou a esperança e a sabedoria que para meio entendedor as palavras são companhia, os poemas são companhias, os pensamentos são companhia, e na verdade pra que ter medo da solidão que é só essa que te faz se encontrar? Para que ter medo da solidão se é ela que te faz refletir? E eu não falo da solidão das pessoas te deixarem eu digo aquela solidão da alma sem esperança, da alma sem um objetivo, eu falo da solidão da mente. Basta voltar seu pensamento para si mesmo, banir qualquer outro ser da mente para se encotrar a solidão do pensamento, fazer perguntas e tentar encotrar respostas, enlouquecer nem que seja por segundos, mais se encotrar. A solidão mental nada mais é ,do que um refujio de libertação de todos os medos que te abitam.
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